Sobre nós

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

Só é possível responder quem somos se nós soubermos definir aquilo que desejamos ser. Dias difíceis são os nossos, onde os conceitos e significados mais simples e óbvios são perdidos; onde a própria identidade feminina, algo extremamente puro, sublime e compreensível (além de natural) ganha falsos significados e termos puramente técnicos, ideológicos e fetichistas. Em nossa era, aquilo que era simples foi desfigurado para as sombras do ininteligível, da subjetividade infinita. 

O que, nesse mundo moderno, a mulher pode ser senão mais uma simples peça substituível em um sistema econômico? Que outra utilidade pode ter além de servir como experiência viva de movimentos que, arrogando para si os pretextos da defesa da mulher, transformam-na em qualquer coisa: menos em mulher.

Nós pretendemos ser diariamente mulheres melhores; mães melhores, esposas melhores, filhas melhores, cidadãs melhores. Não interessadas em destruir aquilo que nossas ancestrais construíram durante milênios, aniquilando nossas identidades culturais, étnicas, familiares e religiosas numa oferenda no altar do modernismo, onde nem há homem, nem mulher, nem bem, nem mal.

Assim, em lugar do globalismo uniformista e desagregador, nós propomos o identitarismo regional, o comunitarismo e a religiosidade autêntica. E, como somos mulheres, o exercício da nossa feminilidade: Tudo aquilo que nossas ancestrais construíram e que hoje é considerado como mero produto de um patriarcado artificial. Acionistas e diretoras executivas não são mais importantes do que mães; o carreirismo não é um projeto tão nobre quanto a maternidade.

Oferecemos uma alternativa orgânica e identitária àquelas que não se vêem representadas por aquilo que se convencionou chamar de "feminismo"; que não se identificam com uma doutrina que, alegando defender aquilo que são e lutar pelas mulheres, deseja destruir as próprias distinções naturais entre os gêneros (e destruir a própria concepção de gênero) e, dessa forma, destruir as mulheres por consequência. Um mundo uniforme representa a destruição de toda riqueza distinta produzida pela humanidade, onde as mãos e pés das mulheres - e especialmente seus ventres - sempre estiveram participando ativamente.

Convocamos todas aquelas que se orgulham de sua natureza feminina, de serem aquilo que são e que desejam transmitir a seus herdeiros toda a herança sagrada adquirida de nossas mães.

Feminilidade, Coragem e Tradição!


Leia nosso Manifesto.

 

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